quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Do NOT ignore the auto-pilot (um post para Darwinistas)

O ser Humano está em constante evolução, desde o princípio dos tempos que nos vamos adaptando às adversidades e evoluíndo como espécie, primeiro começámos a andar erectos, depois a usar as mãos, inventámos o fogo... e por aí adiante até á playstation 3, lábioplastias e telémoveis onde se põe os dedos no ecrã.

Assim como a Humanidade foi evoluindo gradualmente até á forma que conhecemos hoje, todos nós passamos por "fases" evolutivas ao longo da nossa vida e vamos desenvolvendo capacidades que nos permitem ultrapassar as adversidades próprias da nossa contemporaneidade e, continuar a avançar na escala evolutiva.

No meu caso concrecto desenvolvi uma capacidade (ou funcionalidade) a que decidi chamar "auto-pilot" (em Inglês porque é a língua franca do mundo e é mais fácil para gíria tecnológica) que consiste num sistema de orientação abstracto que me tráz a casa cada vez que não estou em condições para fazê-lo. Todo este processo passa-se a um nível subconsciente, ou seja não me lembro de nada, o que é certo é que acordo em casa, são e salvo e (quase) sem mazelas, é tipo: Azimute 3,4... arranca!

A uníca preocupação a ter com este sistema de navegação urbana é não ignorar o aviso, é como ter um carro e ele entrar na "reserva": sabemos que só faz mais X quilómetros e acabou, fica ali.
Assim é o "auto-pilot" quando o aviso surge só há mesmo o tempo necessário para chegar a casa e ignorá-lo pode significar ficar a dormir nas escadas do prédio, na casa de banho ou até mesmo pelo caminho (em casos extremos).


P.S. não tentem isto em casa.

domingo, 22 de novembro de 2009

Corrupção dragonball

Se o Sócrates e o Pinto da Costa se fundissem teriam poder suficiente para derrotar o Berlusconi?

sábado, 21 de novembro de 2009

Post sobre o tempo (e pizzas)

Quando era pequeno queria ser bombeiro quando fosse grande, quando se é pequeno tem-se uma percepção muito distorcida da realidade, eu por exemplo dizia que nunca iria fumar e até fiz cartazes anti-tabagistas na escola primária, hoje... é o que se vê, tambem me lembro que franzia a cara e dizia que o vinho era amargo quando alguem mo dava a provar nalguma festa familiar, hoje nem a pior zurrapa me faz vacilar,mais uma vez o tempo encarrega-se de por os pontos nos is.

Há 5 minutos atrás, era mais novo 5 minutos e ainda nem estava a escever este post, agora neste preciso momento tou 5 minutos mais velho e maduro e este post já tem 7 linhas, algo impensável há 5 minutos atrás.

O tempo é um conceito sobre o qual vale a pena divagar, até porque é um assunto que é universal e transversal a toda a sociedade e concerne a todos nós. Todos nós já fomos pequenos e agora somos grandes, passamos por todas as fases do crescimento, os dentes de leite a cair, o primeiro pintelho a nascer... Enquanto o tempo passa vamos passando por fases que nos vão marcando deixando marcas indeléveis que nos moldam e formam o carácter (ou a falta dele)

O tempo é uma constante, é uma referencia (talvez a única) Universal, por exemplo um minuto é um minuto aqui como é um minuto na China ou até mesmo no Zimbabwe, quando se telefona a encomendar uma pizza sabemos que temos de esperar mais ou menos entre 30 a 45 minutos o que que é tempo mais do que suficiente para escrever um post sobre o tempo.

O tempo tem tambem um lado medicinal, quando dizemos que "o tempo cura tudo" ou "não há nada que o tempo não cure" normalmente o povo costuma ser sábio nos seus dizeres mas aqui vou ter que discordar e passo a exemplificar porque: Imaginemos que eu levo um tiro nos cornos e espero uma semana para o tempo curar... parece me bastante obvio que com este raciocinio rápido fica provado que o tempo não cura tudo, mas ajuda.

O tempo tambem assume a sua forma metereológica, quando nos queremos referir ao clima, em relação a este aspecto podemos mencionar aquelas pessoas que sentem pontadas quando o tempo vai mudar, ou até mesmo quando dizemos " o mau tempo chegou" referindo-nos á chuva e ao frio, quando o tempo está desagradável e nada convidativo e actividades extra-domiliciárias não nos apetece sair de casa e encomendamos pizzas, passado um bocado tocam-nos á campainha e este post chega ao fim. Tudo tem o seu tempo




Anthímio do Azinhal

terça-feira, 3 de novembro de 2009