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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Indelével

A nossa historia chegou ao fim
Agora só tenho de apaga-la da minha mente
Pena é que foi escrita a tinta permanente.



William Costa

domingo, 2 de agosto de 2009

Verney


Leona de Almeida
Levava muito na peida
E segundo consta
Também levava na concha







William Costa

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Hidrata-me os testiculos

Ás vezes sabe mesmo bem! Tanto ter alguem a hidratar-nos os testiculos com afinco e avidez , como poder dizer a alguem: CHUPA-ME OS COLHÕES!
Em ambos os casos a sensação é a mesma: uma espécie de libertação cósmica que nos faz sentir bem e aliviados.

Em relação á primeira hipótese: é preciso encontar alguem que seja entusiasta da hidratação genital e goste de almondegas. (há tambem quem faça o truque denominado de “chupar os colhões à moda antiga”: uma tradição que remonta aos tempos de Viriato e que consiste no abocanhamento por parte da femea de todo o orgão genital masculino (colhões incluidos, obviamente).

Para a segunda é preciso um ambiente propicio: Há varias ocasiões em que se pode usar esta bela expressão que a lingua de Camões nos oferece:

-Alguem (por alguma razão) está a aborrecer-me ou a conversa não me interessa:
Reposta: CHUPA-ME OS COLHÕES.

-Tou a vir para casa bebado e sem dinheiro e mesmo assim tentam assaltar-me pelo caminho:
Resposta: CHUPA-ME OS COLHÕES.

-Tou a jogar um jogo de tabuleiro com os meus amigos ( oj mes amiges em Farense) do tipo Monopoly, Risco ou Pictionary e Eu ganho:
Viro-me pra todos os presentes e digo: CHUPEM-ME OS COLHÕES. (este é um belo exemplo de como o plural pode ser usado nesta frase).

-Num jogo de futebol faço uma jogada de antologia que culmina com um golo por entre as pernas do guarda redes (a chamada "cueca")
Viro me para o primeiro jogador da equipa contraria que encontrar e grito:CHUPA-ME OS COLHÕES!!!

Resumindo: Ter alguem a chupar ou dizer a alguem CHUPA-ME OS COLHÕES é um excelente exercicio de desconstrução quando o assunto não está a ser interessante e é extremamente eficaz em ambas as ocasiões, para além disso é bueno. E bueno é bom.

(Agradeço ao Capitão Barroso pelas palavras sábias que inspiraram este texto)






William Costa

terça-feira, 15 de julho de 2008

Abraço temporário - Uma visão poética ou não.

Vou chamar o Rei Midas
Para me lamber as feridas.

William Costa

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Poema com aspirações a ser pretensioso

Zurzem os tordos da minha lembrança
Gostava de te conhecer num passeio pelo
Espaço comum de um qualquer condomínio fechado
Onde o valor calórico de uma boa foda
Varia com frequência.

William Costa

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Astronauta na mochila

Cheira-me a farofas no teu ventre
Ata-me os cordões das sapatilhas
E faz-me o nó em laço
Senão não conseguirei mais mijar
Sem pensar em morder espelhos maquiavélicos
Enquanto desfolho 5 dedos de uma vez.

O espasmo é um logro.

Coloco o mediador num extremo
E peço-lhe para medir o centro da dor
O bafo de seus pintelhos não conhece precedentes
Estão feridos de ilegalidade.

William Costa


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Mini ode ao emigrante

Ser emigrante é bater punhetas com nostalgia
E, mesmo com uma lágrima ao canto do olho
Continuar a batê-las frenéticamente e com optimismo.

William Costa

terça-feira, 1 de julho de 2008

Rosário

Sou mutante
Transformo carvão em diamante
Um camelo suave com petensões a "dandy"
Prostro-me na minha camélia e purgo-me de mim
Como se de um romano me tratasse
No fim só fica a Rosário
E tudo o que há de doentio em ser louco.

William Costa

Aviso á populacão!

A leitura abrasiva provoca sida

E a sida provoca qualquer coisa parecida

A uma locomotiva sem vida.

O maquinista da maquina sinistra

Administra como uma ministra autista

Com pretensões a artista.


William Costa

Hipergrafia prolífica nos compadrios do Júlio Isidro

Campos energéticos de quinino sobrevoam camarões do tamanho de braços

e o que é que eu faço?

Estou de passagem

Pulgas amestradas esperam a sua vez para entrar no circo

15 segundos de fama em espionagem de alta gama

e o que é que eu faço?

Estou de passagem


Chocos em Maio tumba certa toda a gente sabe

Freelancer astuto no seu ultimo reduto

Devoluto como se fosse uma miragem

Oportunistas de laceração de trompas falopiais laqueiem os demais

Tanta bala desperdiçada para nada

Quero fazer um minete a uma fada

Quero comer um rissol e vomita-lo na minha almofada


Gostava de poder Amália

Enquanto ela me lambe a algália

Génio do nada

Quero me rir de merdas sem piada.


William Costa

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Mini poema fonético-libidinoso ou simplesmente "Gina"

Olhei para cima
e la estavagina.

William Costa