À semelhança do outro ainda não revelado, desenvolvo porém, um investimento no objecto e uma retracção para o Eu, como o corpo de uma ameba que estende e retrai seus pseudópodos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Deus e a Ameba
À semelhança do outro ainda não revelado, desenvolvo porém, um investimento no objecto e uma retracção para o Eu, como o corpo de uma ameba que estende e retrai seus pseudópodos.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Cheio de tiroteios espectaculares e personagens com muito mau fundo
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Pita Shoarma
Puta ou não, mais parecia uma acompanhante de luxo armada em dona de casa, a xingar-me os cornos porque lhe cheirava a álcool e a tabaco e tinha lavado a roupa. Ao que se chega por decisões atamancadas e relações amorosas mal resolvidas.Fez-me pensar que, de facto, há situações chatas para as mulheres mais velhas, que estão “encalhadas” e querem à força um homem e uma vida “normal” pois o tempo urge e só se deve ter filhos até aos 35.
É fácil conhecer um puto tenrinho com uma casa e um carro que tenha um salário mais ou menos, e que se fascine por quem lhe lamba a pila. É fácil ir morar com ele, oferecer-lhe o ânus e pensar que, enfim, lhe vai ensinar umas coisas e ser feliz para sempre. O problema é que os putos em geral gostam de foda, mas adoram rambóia e cópo-fonia. Nos primeiros 2 meses elas até curtem a onda mas depois calçam as pantufas, só se arranjam para ir trabalhar, não se penteiam, e andam de fato de treino pela casa… e os putos não gostam disso. Esta parte toda a gente já sabe. O pior é que pouco a pouco, o sexo (anal ou não) começa a deixar de fazer parte do quotidiano do casal: “agora não me apetece, estou cansada…” Quantos de nós já não ouvimos esta frase? Quantas anedotas não existem sobre isto? Aí é que a porca torce o rabo (a porca ou uma gaja boa que apareça com vontade de levar com ele…).
Por fim, no redemoinho das lamúrias dá-se a dolorosa, mas necessária, separação. Cada um para seu lado. A mulher sente-se cada vez mais encalhada, mas desta vez como uma orca que mordeu o leão-marinho mas morreu na praia. Só lhe restam as memórias dos coirões ricos que comeu anteriormente, e da boa vida que levava quando estava em casa dos pais. A morte é lenta e o balanço são mais 2 ou 3 aninhos em cima com a roseta ainda mais dilatada. Que experiência de vida!
Vá lá que para um gajo a coisa é mais simples. Se as mais velhas não dão, há que voltar à maneira clássica e tradicional de fazer as coisas:
Um gajo é sempre um pai para uma pita!(e um bêbado para uma encalhada).
sexta-feira, 20 de março de 2009
Tratado sobre a Coerência – Tomo I
Tudo caiu por terra aos 28 anos. Uma vida assente nos principios de uma conduta apegada à verdade e à coerência. Qual doutrina pseudo-religiosa, agarrei-me à coerência como penhora da minha sanidade. Agora que já não me posso considerar um tipo coerente, entrego-me à evidência da insanidade. Agora caem os argumentos contra a teoria de que atravessamos fases, agora começo a acreditar que crescemos – para pior, mas crescemos, mudamos, falhamos conosco.
Infelizmente o tempo realmente passa, as oportunidades perdidas lamentam-se, os padrões e a exigência alteram-se. Umas vezes refinam-se, outras abarrascam-se. Será a coerência o indicador priveligiado para a seriedade e integridade de alguém? E se não é a coerência, qual a qualidade que poderá ser esse indicador priveligiado?
Vamos testar isto já, de uma forma muito simples e mundana: Disseste que não a uma gaja demais no passado. Agora só queres é foder, tás-te a cagar se é aquele canhão com quem queres ter filhos ou não. Isso faz de ti louco ou desesperado?
Para mim, nem uma coisa nem outra.
Pior é quando há uma gaja a quem (por certas e determinadas razões estupidas relacionadas sobretudo com os pseudo valores que segues) dizes (para contigo): nunca me hei-de meter com esta gaja, nem permitirei avanços – desta àgua não beberei: esta água traz àgua no bico. E tu queres essa gaja, e essa gaja quer-te. E tu vais lá. E a coerência vai com o caralho.
O pior. Mentiras, logros, embustes, omissões, encobrimentos, tangas, preocupações até à data inexistentes, pouca paz de alma.
Os hippies quando defendiam o amor livre não sabiam o que é ter responsabilidades para com os outros – demasiado LSD. Não tinham a noção de escandalo, não sofriam consequências porque tinham o bolso cheio de drogas fodidas e de dinheiro dos pais.
Este é um assunto muito forte que será explanado adiante nestas disertações sobre a coerência: esta coisa da generalidade dos freaks serem filhos de berço d'oiro, de supostamente quererem desprender-se do material, mas a ele recorrerem para levarem as vidas de luxuria porca que levam.
Vivemos tempos de desespero, mais do que de crise. A coerência terá que acompanhar... o melhor que se quiser. Já podemos fazer tudo, até saborear a incoerencia. Viva a crise! (várias crises).
Barrosíadas
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Recado sentimental

É impossivél um homem não vibrar com um bom broche.
Mas do vibrar ao compromisso vai uma distância abismal. As gajas não têm noção disso.
Usam o incontornavél prazer de um broche para passar uma mensagem, um recado sentimental.
Há as que não curtem muito chupar pau e não são capazes de o assumir, para não ficares com a ideia de que não são bestas sexuais. São as piores... começam por utilizar o broche como um prémio, um evento especial, uma recompensa por seres um bom cão. O remédio para este tipo de caso é confrontá-las:
- Atão? Não gostas de me dar beijinhos no gingarelho? Parece que é só quando o rei faz anos! Não gostas que te lamba a crica? Pois, eu também gosto que me humedeças a glande.
A resposta é invariavelmente positiva, do género: “-Não! Claro que gosto!”. E começam a chupar o galhardo, ou no proximo momento intimo fazem questão de provar que aprenderam a lição.
Este tipo de chupadora de pau dominadora, leva-me a dissertar sobre um sub-tipo de chupadora-dominadora: a chupadora do compromisso.
É o tipo de chupadora de pau, que até te pode lamber o ganha-pão todos os dias, mas há um dia especial: um dia em que te tenta transmitir o recado sentimental, vulgo chupa-e-engole (na práctica é o que acontece, é o fenómeno na sua vertente fisica, material, pragmática, mundana).
A frequência com que isto acontece, depende de várias variaveis:
Se está arrependida de algo que se passou, um erro que cometeu; e procura a redenção pela subserviência oral; Se quer demonstrar apreço por um favor ou um agrado forte que fizeste há pouco tempo;Se quer que a vossa relação dê um passo em frente, quer no que diz respeito ao grau de compromisso, quer o objectivo seja um aumento da frequência dos encontros sexuais.
Este tipo de situação do “Tás a ver como eu gosto mesmo de ti? Eu amo-te! Engulo a tua langonha para o provar! Recebe este meu sacrificio!”, é a pior, e é a que me faz menos sentido.
Na inocência e candura de um orgasmo oral, és bem capaz de cometer o erro de dizer que “não era preciso engolires”. Apressa-se logo a dizer: “mas eu gosto do sabor” (mentira escabrosa).
Estamos perante a chupadora-dominadora mais evil de todas: a que pensa que chupando-te o pau e engolindo a tua langonha, engole-te e ao teu coração. Pensar que o piço está ligado ao coração é um erro crasso das mulheres. Quando éramos jovens e insensatos até podia ser, mas agora que primamos pela maturidade e barroselice, um broche é um broche. É bom demais, mas é um broche, e nada mais que um broche. Gosto muito que me chupem o pau. Mas usar essa ferramenta de prazer como arma de sedução ou moeda de troca não é justo. Porque gosto de lamber uma boa crica lavadinha e cheirosa, mas gosto mais de uma jogada de prazer simultaneo, ou de alternância. Lamber uma cona em seco é que não tá com nada. É obvio que podia entrar no mesmo jogo pernicioso e malvado de chantagem sexual, mas sabes que mais? Sou melhor que isso. Lambo cona sem pedir nada em troca. Mas se a situação se repete sem me chuparem o pau – vai com o caralho! Que se ponha nas putas! Não quero mais disso. Vou bater a outra porta. Para esse peditório já dei (depois admiram-se que um gajo se agarre a uma gaja, que tenha como atributo principal, chupar com regularidade). Conclusão: Mulheres deste mundo: chupem o pau do vosso homem amiúde! Não precisam de engolir (pelo menos sempre). Não pensem é que estão a usar um “special” que vos permite ter acesso a tudo. Dêem as vossas bombadas sem nada pedir em troca. Quando lambo uma cona, nada peço em troca, mas o belo do broche é sempre benvindo e apreciado.
Sexo=sexo. Sexo não é amor nem compromisso.
Sexo=prazer. Sexo faz-se a 2 (ou +).
Não queriam igualdade? Que haja igualdade na entrega sexual– no strings attached. O sexo não pode ser uma arma. O sexo é um meio, uma ferramenta. O sexo é um martelo – usa-o de forma libertária e igualitária. Abaixo a ditadura do broche sentimental! O broche é um direito! (tal como o minete).
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Como fazer rebentar uma princesa
Ela engole.
É já nas entranhas do dragão (mais uma das fantasias do príncipe) que, estafados, se recostam nos restos de um baço humano, o sangue pinga, uma borboleta entra pelo dragão esventrado. O príncipe saca do proverbial cigarro post-sex, a princesa encolhe-se ele nem nota, ela diz que é isso? Ele diz: normal; um cigarro, nem lhe olha, ela treme ele não sente, ela diz piedade baixinho ele nem ouve, a princesa esmaga com a mão a borboleta. O príncipe, ainda sem a olhar, estica-lhe o cigarro e diz:chupa querida tu sabes como é, mas não o metas todo na boca. Ela começa a puxar uma passa, com a secura do sexo o cigarro fica-lhe preso na boca, ela puxa, puxa, puxa, avermelha o príncipe diz-lhe pára. Ela não consegue parar, o príncipe não reage a tempo, acaba por rebentar.... como se fosse um sapo.....o sangue pinga.
Só faltavam uns putos idiotas a curtir a cena e a dizerem: ena, viste aquilo!
Moral da história: Por mais alto que voes, nunca te esqueças de quem és nem de onde vieste. Lembra-te sempre, nasceste numa poça de sangue e merda.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Natal é já aqui
Os gajos das fábricas de cuecas e os seus revendedores nesta altura do ano devem fazer uma festa, “siga e vá de cueca” (olha, um bom slogan promocional). Estimam-se em milhares de milhões, as toneladas de cuecas que se vendem em portugal nesta quadra natalícia, e aliás comparam-se as vendas das cuecas com as de bacalhau e devem ser muito aproximadas. Não deixa de ser irónico imaginarmos que essas mesmas cuecas irão depois ficar com cheiro a bacalhau. Talvez mesmo até fosse boa idéia vender o bacalhau enrolado numas cuecas, ou um bacalhau em cuecas.
Foda-se, tantas idéias giras que eu tenho e estou aqui desempregado e a receber cuecas como prendas de natal.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sobre coisas que não sabemos mas que nos chamam a atenção, e por isso gostamos de especular...
A mancha, sim a mancha. No tecto, na parede, no sapato, numa peça de roupa interior, enfim seja lá qual for a sua origem essa mancha tem inspirado e induzido tanta gente a fazer em algum momento, algo de muito ou pouco importante. Talvez por vezes, decisivo até. Muito em voga nos azulejos das casas de banho, paredes de salas de espera, tectos de quartos e nas biqueiras dos sapatos, embora a sua aparição/colocação não esteja só confinada a estes locais. A mancha é de facto a responsável por grande parte das coisas que se criam ou decidem neste mundo, e isso pode acontecer mais ou menos assim: o “artista” está na cagadeira. Já fez o que tinha a fazer mas há uma inércia qualquer que não deixa que ele abandone o local, mesmo com aquela luz pardacenta que lhe perturba a visão e o cheiro pestilento que lhe sobe narinas adentro, é aí que ele, sem se aperceber que está a ser manipulado por uma força estranha que o transcende, algo que faz com que perca a noção do tempo linear, se põe a olhar para o vazio e dá com uma mancha algures dentro do seu campo visual. Olha-a fixamente, olha-a, olha-a e, continua como se estivesse hipnotizado. Aquela mancha sabe-se lá porquê inspira-o. A quê? A escrever um poema, a invadir a Polónia ou a jogar numa qualquer lotaria popular com profunda convicção. Penso até já ter lido algo aqui neste blog que foi escrito aquando a observação de uma dessas misteriosas manchas. Convenhamos que à parte do seu hipotético efeito psicoactivo, “a mancha” parece ser mais prática, eficaz e inofensiva que qualquer substância clandestina no que trata à inspiração. Quer dizer, mais prática é certamente pois nem sempre temos drogas à mão para nos inspirarmos e uma mancha na parede, podemos faze-la imediatamente e até mesmo sermos criativos quanto às suas formas e tamanhos. Depois é só abancar, olhar a mancha fixamente sem expectativa, sem ansiedade, e de preferência em estado meditativo. Os ambientes de “casa-de-banho” são propícios, momentos de insónia também fazem surgir manchas no campo visual, mesmo com o quarto totalmente envolto na escuridão, ou ainda quando se está sozinho no café, o olhar foge-nos lentamente para baixo e surge sempre uma puta de uma mancha na biqueira do sapato, provavelmente uma cuspidela de algum filho-da-puta anónimo que se cruzou connosco... e nem pediu desculpa.
Raul Mistro
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Notícias muito importantes
domingo, 21 de setembro de 2008
A tropa faz de ti um homem
Após 2 dias de extenuante inspecção,de espantoso rigor selectivo,de testes fisicos, psicológicos e escritos, efectuados á minha pessoa , deparei-me com a pergunta chave, que iria ser determinante para a minha colocação e ingresso, num desses quarteis espalhados por ai fora do nosso lindo Portugal, a qual,entre muitas, foi determinante: Sabe andar a cavalo? Pergunta que á qual prontamente respondi que sim,resultado,destacamento para o regimento de cavalaria, (muito bem pensei…)
Ao chegar ao quartel deparei-me logo com o lindo cenário, um camarada tropa de igual estatuto ao meu (recruta) a desempenhar a gloriosa função de limpar bosta de cavalo… Pensei então na pergunta pertinente, sabe andar a cavalo? Sei, então logo vais apanhar merda o tempo todo que aqui estás. Além de nos colocarem a dormir numas camaratas espectaculares,aposentos modificados de acordo com as nossas necessidades outrora conhecidas como cavalariças, no entanto só tenho de agradecer a tal regime, pois foi sem duvida o modo de me prepararem para para a inserção na minha vida activa social laboral.
No meio de tal regime militar e apesar de passar por constantes abusos tanto fisicos
- “NÃO TREME NEM QUE PASSE UM CARALHO PELA BOCA”… Ou saltitando(por obrigação) berrando e quase vomitando os pulmões: “SOU BOSTA COMO Ó CARALHO” ou mesmo a mais divulgada “RI-ME FODI-ME”…
Eis alguns exemplos onde tais frases podem ser aplicadas no nosso agreste quotidiano.
A gasolina está cara, a inflação dispara,os ordenados mantêm-se,aumenta a criminalidade o governo só faz merda mas no entanto temos de nos aguentar dai: NÃO TREME NEM QUE PASSE UM CARALHO PELA BOCA.
Altera-se o nosso estatuto social passamos da classe média para a baixa, temos na nossa vida altos e baixos mas logo saltitando brandamos: SOU BOSTA COMO Ó CARALHO e se apesar de tudo ainda perdermos o emprego se não houver dinheiro para comida, roupa, gasolina e houver a necessidade de ter de ir roubar,ser apanhado e ser posto na prisão (que lá ao menos ainda te alimentam) com um encolher de ombros ainda te RIS pensas de imediato ao menos haja saúde logo replicas: RI-ME …FODI-ME.
Só tenho de dizer “obrigada” tropa. Prepararam-me bem para aguentar com esta merda toda, apesar dos inumeros abusos fisicos, psicológicos do constante rastejar na merda prepararam-me bem pois sai de lá firme e hirto que nem uma barra de ferro pois afinal …FIZ-ME UM HOMEM.
Carlos Seixas
O arrepio do mijo
Corre por aí que é algo que as mulheres não sentem. O facto é que, não sendo mulher, acabo por não ter a certeza se sentem ou não. Já perguntei a algumas se alguma vez o sentiram. Umas dizem que sim, outras que não. No entanto, e para tirar as dúvidas, passo a descrevê-lo na óptica do utilizador:
O ARREPIO DO MIJO é algo que foge ao controlo de qualquer ser humano. É ir mijar e não perceber porque raio é que nos dá um arrepio na espinha, que vem desde o dedinho do pé até ao alto do Guedes [parte mais saliente do crânio] aquando de cerca de 75% do vazamento da bexiga. Acontece pouco antes de sacudir o dito cujo e embora seja quase impossível de evitar, dá um prazer dos diabos (quase tão bom quanto ir cagar).
domingo, 14 de setembro de 2008
Reciclagem do horror
Moluscos que se movimentam pela demência do acaso.
Ecoam e emanam o acto purgativo…são ócios do tempo, achados do pudor, detritos de uma consciência perdida, reciclagem do horror...
Manifestação intacta e senil, sombras trémulas de uma percepção decadente.Interpelo-os, ramifico o vazio em mil pedaços de merda... Caleidoscópio de pó e de nada, estruturas sem encaixe, monopólios corrosivos... alucinações em posta! AH! São pessoas... seres com características inegáveis…átomos invadidos de confusão k crescem e colidem entre si... abnegáveis circunstancias do coincidente…residentes telecomandados pelo sadismo personificado... dejectos fragmentados de um eu idílico e inexistente. Primos do colhão, amigos do garrafão... praxis do nihil..
Ilusões de uma vontade primitiva, manifestos imbecis de uma virtualidade sem adjectivação.
Selva de grunhos e ataques sólidos, placas de demonstração superficial, barreiras ácidas e atropelamentos viris.
Máscaras do infinito, esse ,basal e pouco dotado (de reduzidos firmamentos).
Corte presencial com términos questionáveis.
É o Homem!
Razão projectada para a implacabilidade...sem suborno prévio.
Barbie Túrica
domingo, 7 de setembro de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Ainda Acerca do Tal Bar
domingo, 13 de julho de 2008
Tendinite
Gostava de coisas simples. Gostava de fado, mini-golf, whisky, ler, iogurtes, jardinagem, necrofilia, etc. Foi na necrofilia que conheceu Lúcia.
Lúcia, essa, era uma bezerra linda ainda por desmamar que se encontrava morta numa berma de estrada há mais de 3 dias.
Nesta altura, Lúcia encontra-se bem. É vedeta, porn star , veste bem....Enfim, uma verdadeira diva.
Ortónimo de Jesus Pádinha, esse, já não joga mini-golf.
Ortónimo de Jesus Pádinha
Quero ser livre
Que salta e salta sem parar até que lhe atirem
Com 3 bolas azuis e 1 preta e o guizo faça plim plim.
Ortónimo de Jesus Pádinha




