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sexta-feira, 6 de março de 2009

És tu Maddie?



'Tá tudo explicado, foi o Pai Natal. Eu sabia.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dizem eles em coro

Casamento entre homossexuais: NUNCA!

Quem é que mete mais medo?

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dúvida

Alguém me sabe dizer que árvores são aquelas ali atrás que dão umas flores tão bonitas?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Comparações à parte

O homem gosta mesmo de figuras de estilo, das comparações em particular. Ele próprio é uma figura de estilo, lá para os lados do eufemismo. Primeiro disse que a vaca qualquer dia morria de tanto dar leite sem que ninguém a alimentasse. Hoje saiu-se com uma história que envolvia conhecer bem com que soldados é que vamos saltar do helicóptero para a selva. É a literatura em movimento. Esperemos que este poeta não torne a qualificação de Portugal para o Mundial no fim da macacada.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A Vida Íntima de Adolfo

Depois de a SIC ter lançado ontem a mini-série "A Vida Privada de Salazar", onde transforma o impotente ditador num playboy, a TVI ripostou já dando início à produção de uma série denominada "As Diabruras de um Führer". Sabemos de antemão que a série apresenta cenas escaldantes entre Hitler e o seu cão, fazendo já, o obrigatório Nicolau Breyner parte do casting, não sabemos ainda se no papel de Adolfo ou no de cão.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Pára de chorar, isto pra ti é uma honra

A velha história do homem poderoso, conhecido da televisão,
que tira os óculos e abusa da criancinha indefesa

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O Slogan

Arrest Socrates
Freeportugal

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz Ânus Novo

Esqueçam aquele batimento todo das resoluções de ano novo em que prometemos sempre tornar-nos pessoas melhores, desejamos a paz no mundo, o fim da crise, deixar de fumar, blá,blá,blá.

Eu para o ano que vem já decidi: Quero ser como este gajo da foto.

Vejam só o olhar autoconfiante do indivíduo. A postura garbosa. A altivez.

Andei anos sem saber muito bem que estilo adoptar à minha barba, e eis que se fez luz. É mesmo isto que eu quero, uma barba que diga com orgulho: Sim sou um artista pornográfico.
Até pró ano.




quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Que bem que se está na Grécia!

Hoje ouvi na televisão, um senhor dizer que, nós portugueses temos tantas ou mais razões para nos manifestarmos brutal e vilolentamente como os gregos, o problema reside em sermos mansos demais. Além de sermos um país de brandos costumes, habilitamo-nos , como parece ser a tendência, a sermos também um país de brancos costumes.

É verdade, o português é um manso no que toca a manifestações como deve de ser, daquelas de raça lobo. Gritamos palavras de ordem; bonitinhas e bem escritas/mal escritas, mas o sistema acaba mais cedo ou mais tarde por nos enrabar qual John Holmes motherfucker.

Os espanhóis e franceses andam há anos a mostrarem-nos como se faz, mas tá quieto, isso fica para depois. Agora até os gregos, que já nos tinham enrabado no Euro, dão-se ao luxo de nos ensinar a mandar um primeiro ministro pró caralho como deve de ser.

Proponho a criação de uma Agência de Viagens/Intercâmbios, onde o português mediano/constantemente enrabado/votador de PS ou PSD nas eleições/pagador de impostos/pagador de prestações de empréstimos imobiliários/alienado pela tv cabo/fazedor de blogs duvidosos/adepto da teoria da conspiração e deprimido em geral , possa com as suas parcas economias, fazer um turismo barato, ainda que deveras libertador do stress e de outros males do ser POBRE (com letras grandes para que Deus possa ver).

Funcionava assim: O indivíduo trabalhava o ano inteiro, fodido, humilhado e ofendido, mas nas férias podia escolher uma zona de conflito onde aliviar toda essa tensão acumulada. Exemplo: Incendiar uns estabelecimentos na Grécia, queimar uns carros, agredir uns bófias. Para aqueles que sonham conhecer o continente africano, a Agência garantia uns bons lugares na frente rebelde no Sudão, ou no Congo.
Para quem curte a cultura (tão nossa) árabe, temos o maravilhoso espectáculo da intifada palestiniana, ou ainda uma que parece estar cada vez mais na moda, o arrebenta-o-americano-no-iraque.

Como vêem, as possibilidades são enormes e totalmente potenciadoras de curar de uma vez por todas o velho síndrome português de só o sermos quando estamos noutro país. Mais, a depressão nacional depressa regrediria e nós começaríamos a fazer bébés (com vontade) e, quem sabe, ao fim de uns anos desta inovadora terapia, já nos sentiríamos à vontade para incendiarmos uma esquadra ou outra no nosso próprio país.
O Slogan para esta campanha podia mesmo ser:
VÁ PARA FORA CÁ DENTRO/FAÇA MERDA LÁ FORA.


RAC.
Killing in the name of

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Imperador Smith

Aquela conhecida máxima «a vida a imitar a arte» está cada vez mais presente no nosso país. Em Portugal, porém, como somos um povo que gosta de adaptar tudo ao nosso estilo peculiar, a vida tende mais a imitar a Banda Desenhada. O que calha bem, tendo em conta que já não nos falta muito para sermos uns autênticos bonecos animados.
Lembram-se do Lucky Luke? Sim? Não? Não interessa. Num dos livros do Lucky Luke – O Imperador Smith – Havia um certo Juíz, em Grass Town , que exasperava o cowboy solitário apenas porque, ao julgar os maiores crimes cometidos pelos piores bandidos, deixava-os sempre sair em liberdade com uma simples admoestação, que, consistia numa palmadinha na face do meliante acompanhada do embalo – Vá lá seu traquinas! - É claro que os ladrões rebolavam-se contentes pelo chão, enquanto que Luke espumava de raiva pela boca.
Conseguem ver as semelhanças entre a arte de Morris e Goscinny e a vidinha do nosso paraíso(fiscal) à beira-mar plantado? É claro que conseguem.
Aqui também os maiores bandidos cometem os maiores crimes e safam-se sempre com uma palmadinha nas costas (cá está a adaptação portuga). O embalador – Vá lá seu traquinas – é substituído por um – Pronto, pronto, vá-se lá embora - enquanto que um advogado de defesa promete sempre – Vamos recorrer!.
Tudo acaba bem, como nas histórias de fantasia da Banda Desenhada: A senhora tinha um saco azul? Defraudou a Câmara, fugiu do país? Pronto, pronto(palmadinha nas costas), vá-se lá, embora e porte-se bem. O quê, o senhor comprava árbitros para adulterar jogos de futebol? Pronto, vá-se lá embora, não há-de ser por isso que nos vamos chatear. Os senhores faziam o quê com as crianças? Palmadinha nas costas...etc,etc,etc,.
Há quem compare esta atitude com a de Cristo, que também perdoava tudo e todos. Eu continuo achar que somos mais parecidos com o Imperador Smith, que no livro era um senhor baixinho de bigode, completamente maluco e com a mania das grandezas.
RAC

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Camaradas, amigos e visitantes...

Foda-se! amanhã começa a Festa do Avante, e eu, este ano infelizmente não vou poder comparecer. Já me tava a ver aos saltos durante a Carvalhesa, e a tomar pequenos-almoços de campeão. Mas não dá, caguemos nisso, fica para o ano.

Deixo no entanto um recado para a maltinha de Faro que já está a aquecer os motores da desbunda e afinar os pistons da máquina de emborcar cerveja:
Não se esqueçam que os melhores Mojitos não são no Pavilhão de Cuba, mas sim na barraca da Associação de Amizade Portugal-Cuba. No domingo, quando o Camarada Jerónimo estiver a discursar, o melhor sítio para se estar é o mais afastado possível do Palco 25 de Abril. Ah! E para quem quiser trazer-me uma t-shirt, as do EZLN mais fixes são as do Pavilhão Italiano.

Eu por cá vou tentar reproduzir o ambiente da Festa o melhor que puder. Vou apanhar “uma” descomunal na sexta-feira de maneira que dure até domingo. Vou entrar nos bares com senhas de cerveja que não gastei no ano passado e tratar todos barmen por camarada. Vou montar uma tenda na rua só para depois dormir noutro lado qualquer.
À noite quando chegar a casa, vou vomitar debaixo da janela dos meus vizinhos enquanto canto a Internacional.

Segunda-feira vou acordar todo ressacado à porta da estação dos caminhos de ferro, e quando a malta chegar, vou fingir que não me lembro de nada…E pronto será como se tivesse lá ido.

Camarada Romualdoievski Alizandreievicht Crescov

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Medalhas pra quê mó?

Anda tudo muito preocupado com quem ganha medalhas nos olimpicos-ai que ainda não temos medalhas nenhumas (a Vanessa por acaso lá ganhou uma), ai que aquilo tá quase a acabar e não temos medalhas nenhumas...Para quê tanta histeria? O americano bateu o record disto, o jamaicano bateu o record não sei do quê...E depois?
Cada país tem os records que merece, e nós, temos os melhores records do mundo. O Phelps tem os records todos da natação, mas se ele quiser comer a maior feijoada do mundo onde é que ele vem? A Portugal claro. O Jamaicano bateu o record de velocidade? Até me dá vontade de rir, nós há pouco tempo fizemos o maior pastel de tentúgal do mundo. Para quê queremos medalhas de ouro e de prata se nós temos o maior assador de castanhas do mundo.
Um dia que façam as Olimpíadas do Enfardance à Bruta e do Beber até Mais Não, aí é que se vai ver quem é que são os campeões; os outros que se preparem que nós já andamos a treinar há pelo menos oito séculos.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

A Pedra Filosofal

Mal soube que tinha ganho o euromilhões, saiu de casa a correr. A felicidade escorria-lhe pelo rosto. Não conseguia parar de pensar em como iria ser a sua nova vida. Nova casa, novo carro, viagens pelo mundo inteiro, novas namoradas, novos amigos, amigos antigos renovados-«foda-se, o karma tarda mas não falha» pensou. Ao chegar ao “Seu Café”, tropeçou numa pedra, bateu com os cornos no chão e morreu logo ali. Tinha razão, o karma, nunca falha.

Romualdo Alizando Cresce
in tragédias da vida moderna

sábado, 2 de agosto de 2008

Parabéns a mim



Mais rápido que um Jesus Cristo;

Mais forte que o papa Bento XVI;

Mais bonito que a Manuela Ferreira Leite;

Mais sexy que o Cavaco Silva;

Mais egocêntrico que o Mourinho...

faz anos hoje:

Romualdo Alizando Cresce

Parabéns Puto (eu)

Obrigado, não era preciso tanto, obrigado, não tava nada à espera....quero agradecer à Academia, a Deus e aos meus pais...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

No Sleep 'Til Penha

Cada vez me convenço mais que vivo num Jardim Zoológico. Não vou usar a metáfora da “Selva Urbana” porque está muito gasta e a cidade é muito pequena.
Não sei realmente o que se passa com o pessoal comerciante deste bairro, ou são todos associados da liga protectora dos animais, ou então, andam a mandar mensagens subliminares aos clientes. Senão vejam. De manhãzinha, depois de acordar e antes de ir para o trabalho, vou sempre beber o café ao “Canário”. À tardinha, quando retorno a casa costumo beber umas imperiais no café “O Pónei”.
Num dia destes, estava eu sentado no “Orca” a comer uma sandes quando passou um amigo meu - «Então 'tás bom? Onde vais?» ao que ele respondeu - «Vou ao “Javali” jogar um snooker».
Ainda por cima à noite quase nunca consigo dormir por causa do barulho que fazem os meus vizinhos...Esses animais!


Romualdo Alizando Cresce

sábado, 12 de julho de 2008

Memória Fotográfica


Um dia, a minha professora da Primária, ordenou-me e a mais uns colegas de sala, de descrever, numa composição, como tinha sido para nós o 25 de Abril de 1974.
Ora eu, nascido a 2 de Agosto de 1972, escrevi logo a maior composição do mundo. Cheio de certezas, que mais tarde viriam a confirmar-se escrevi:
“O 25 de Abril de 1974, para mim, foi um dia igual aos outros, NÃO ME LEMBRO DE NADA.


Romualdo Alizando Cresce

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Topo de Gama

Três amigos discutem trivialidades:

- Ena pessoal, o meu telemóvel, pá, faz tudo, tudo, até traz uma motoserra incorporada que dá p’ra ligar à net, e dá pra cortar aquele esquema todo das árvores e mais não sei o quê…

Ao que responde o segundo não querendo ficar atrás:

- Pfff, isso não é nada irmão, o meu telemóvel, tàs a ver, bom…faz as mesmas cenas que o teu, só que o meu, foda-se é do caraças, olha, traz um autotanque incorporado que dá, sei lá, pra apagar os incêndios todos do país, tàs a ver, um gajo passa por incêndio, liga o telemóvel e prontes, acaba com a cena toda…

O terceiro, muito calmo, do alto da sua superioridade, exclama com desprezo:

- O meu telemóvel faz broche!

Os outros dois, cabisbaixos, abanam a cabeça afirmativamente, aquele era mesmo o melhor telemóvel.


Romualdo Alizando Cresce