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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Certificado de "Hobbit"

Nunca fui muito de usar anéis e muito menos brincos, não porque tenha nada contra isso mas porque acho que não me fica bem, as pulseiras fazem-me alergias e falando em acessórios mais modernos os piercings para mim são brincos que não são "feitos à pistola" mas sim "à unha". Não quero com isto dizer que sou contra o uso de qualquer um dos acessórios que referi anteriormente, pelo contrário, há pessoas em que de facto fica bem e o importante é as pessoas sentirem-se bem com elas mesmas.

Quero com isto dizer que todo aquele "hype" do "senhor dos anéis" me passou um bocado ao lado, primeiro porque tudo anda à volta de um anel com poderes (e eu não curto anéis) depois porque o "senhor" que usa o anel é um anão narigudo e o ultimo filme que vi com anões deixou-me sem vontade de ver pornografia até ao ano 2012.

Apesar de tudo isto, vi o filme, lá vi os anões á volta do anel, druidas malucos, bons e maus uns contra os outros e o anão a tripar com o anel, um elfo das flechas, uma gaja boa que faz feitiços e... outra vez o anão a tripar com a merda do anel. Eu compreendo aquele pequeno ser, Eu também não curto anéis e também não ia gostar se tivesse de usar um, ainda por cima se fosse um cota com um vestido branco a dizer-me para usá-lo e tivesse de andar á porrada com meio mundo por causa dele.

Com a idade dele devia era andar atrás das "Hobbitas" a fazer pequenos "Hobbitos" e não com um outro anão gordo sempre juntos por causa do anel e tudo isto sempre com o compadrio do "cota de branco", há algo de desviante em toda esta história e aposto que o rapaz só queria estar descansado da vida, na dele, a apanhar cogumelos nas matas verdejantes do seu jardim e a fazer coisas próprias da sua idade, crescer antes do tempo não é bom para ninguem e o meu amigo Frodo tem tempo para se tripar com anéis quando tiver de se casar...




Frodo Brilhas

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Porque é que a vida não é como os filmes pornográficos?

Andando pelas ruas nesta altura do ano pode-se sentir no ar um ambiente languído, aliás é normal, com o calor que se faz sentir as hormonas entram em ebulição, juntando a isso esta apreciável moda dos vestidos ultra leves e transparentes podemos afirmar que temos ambiente. Outra muito apreciável tendência é o facto de até as "trintonas" e senhoras mais experientes se vestirem da mesma maneira que as pitas hoje em dia, esta "uniformização" nivelada por cima é muito bem-vinda, já era tempo das cotas largarem os sacos de batatas e as pitas os fatos-de-treino de viscose e começarem a dar largas á sua sexualidade têxtil.

Criado este ambiente de concupiscência geral e transversal não se consegue compreender como é que não vemos pessoas a fazer sexo tresloucadamente no meio da rua, não lhes apetece? Não me parece que seja esse o problema, é a barreira da comunicação? É o facto de ser desconhecido? Será que é pelo facto de sermos seres racionais e devido à nossa inteligência superior sabemos reprimir os nossos sentimentos melhor do que qualquer outro animal? Será que é porque pensamos demais? Medo da rejeição? Reminiscências do pudor salazarista/católico?

Pode ser a soma de tudo isto ou até mesmo por uma razão completamente diferente aqui não analizada, o que é certo é que a pornografia desmistifica tudo isto:
Apetece-lhes sempre, a comunicação não é importante, é a acção, o facto de não se conhecer a parceira é irrelevante pois usa-se quase sempre o método do coito interrompido (são até bastante inovadores em termos onanísticos), alí não se pensa, age-se, não há cá medo de rejeições, vamos embora e pronto! e Salazar ou Jesus são as ultimas pessoas em quem se pensa quando se está a fazer sexo (salvo raras excepções) Para além de tudo isto aquelas pessoas parecem estar a divertir-se bastante.

Por esta razão parece-me que seria saudável trazer a pornografia para as ruas, para acompanhar esta tendência de modernismo e fazer de Portugal uma zona sexualmente liberada, sem preconceitos e na vanguarda da sexualidade mundial dando novas pinçeladas de côr ao nosso país que vive tempos cinzentos.





José Gaitas