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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Putas irritantes

De todo o espectro de diversidade existente entre a fauna feminina estas são as que me fazem mais espécie.

Esta vertente de puta (muito em voga nos tempos que correm) tende a confundir amizade com sexo com frequência, digo “tende a confundir” mas isto seria se eu partisse do pressuposto que isto acontece casualmente e/ou inocentemente, o que não é o caso.

Estas putas sabem muito bem o que fazem e apesar de não fazer parte dos seus planos terem qualquer tipo de actividade sexual, gostam de “brincar com a comida” levado a dissimulação a pontos extremos: -Ah! E tal… somos amigos?

Os meus amigos conheço-os desde pequeno e sei muito bem com o que posso contar deles, mais: os meus amigos não me fodem eu não fodo os meus amigos e se formos a ver bem a percentagem de VERDADEIROS amigos, chegamos a conclusão que estão em vias de extinção nos tempos que correm.

O que irrita mesmo neste tipo de puta e que não aquece nem arrefece, nem para trás nem para a frente, é uma pura e completa perda de tempo e paciência para alem de provocar também um certo efeito de erosão no amor-proprio, mantem-nos na expectativa de qualquer coisa que nunca vai acontecer para poderem manter os seus níveis de auto-confianca em alta assim como o ego a transbordar.

Quando um gajo se farta destas palhaçadas (porque chega a uma altura em que sinceramente já chega) e bate com a porta costuma haver reacções: Ou somos nos que só pensamos em sexo e não temos sentimentos, ou são elas que “nunca repararam” que podíamos ter algum interesse nelas maior do que amizade… Sao um ser muito sensivel e “naïve” sem dúvida.

As mulheres nem amigas umas das outras são e querem me convencer que podem ser MINHAS amigas? Não me parece. Não faz sentido. E certo que as conas são como as opiniões: cada um tem a sua e só a da se quiser, mas se não a querem dar ao menos digam logo e não façam um gajo perder tempo com parvoíces, a fingir que é boa pessoa e que somos todos amigos nesta merda de hipocrisia assexuada.

Amigas, sim. Mas que fodam.



Hugo Norreias

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O estranho mundo de Joaquina

É recorrente: Sempre que mando umas linhas de nazca sinto-me o filho das estrelas e começo a divagar sobre Mulheres: Uma coisa que sempre me interrogou sobre esta espécie tão bela quanto misteriosa foi o facto de tal como Jesus falava por parábolas as Mulheres falarem por enigmas

Passo a exemplificar:


(o que elas dizem)

Queres ir beber um café a seguir ao trabalho?

(o que elas querem dizer)

Vamos foder?


(o que elas dizem)

Gosto do teu sentido de humor.

(o que elas querem dizer)

Saltava te em cima que nem uma leoa!


(o que elas dizem)

Gosto dos teus óculos escuros!

(o que elas querem dizer)

Arrancava-te as cuecas á dentada!


(o que elas dizem)

Gosto de ti mas só como amigo

(o que elas querem dizer)

Não te fodo agora mas vou te manter por perto


(o que elas dizem)

Devíamos combinar aí uma saída, do tipo: Jantar, ir ao cinema e depois ir ao bairro
beber uns copos!

(o que elas querem dizer)

Queres ser meu namorado?


e podia continuar aqui a divagar durante páginas e páginas com exemplos mas...Não vou por aí.

As mulheres são complicadas, é um facto, elas próprias o reconhecem, eu (e acho que a maior parte dos homens) gosto de simplificar procedimentos, gosto, quero. Claro.

Para aceder ao complexo interface de um cérebro feminino gastaria a minha vida para ficar apenas ás portas por isso já desisti ha muito de tentar compreender, não é isso que me interessa, tornei me uma pessoa pragmática: Toda a gente gosta de foder, é capaz de ser a única coisa verdadeiramente transversal na espécie humana, partindo deste principio básico e aliando o pragmatismo á simplificação de procedimentos temos algo parecido com: Gosto, quero foder. Claro.

Parece-me um bom ponto de partida.



Hugo Norreias

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Há 1000 anos

Olhei-te nos olhos e nada vi...
Apenas dois espelhos que reflectiam uma alma vazia
que sucumbia ao prazer de uma boa foda.

Despertaste-me a Líbido mas fiquei com a certeza que não te conheço.



Hugo Norreias

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Totalitarismo foleiro de galochas postas

O sonho da liberdade está em perigo porque nunca existiu
Dentro da gaiola que urge em encher-se nada
Nulidade subjectiva
De parcelas de vida sobrevivida.


Durmo
Esqueço
Limbo burgesso


Amanhã repetir a dose imposta
Como se isso não fosse nada de mal
Nada de errado...
A não ser o fulcral.





Hugo Norreias

domingo, 20 de julho de 2008

Aterro Humanitário

Dou por mim a morder sombras de dejectos que outrora já foram pessoas
Mas não me importa...Porque eu gosto de natureza morta.



Hugo Norreias

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Outono

O Outono é aquela estação do ano
Em que cheira a bichos da seda mortos e
Se pisa folhas coloridas que escorregam.

Hugo Norreias

sábado, 12 de julho de 2008

Um molho agridoce com pitadas de nouvelle cuisine

Polinómios de sensatez invadem o auricular
Não é nada de novo apenas a reminiscência de tudo
Agradeço a todos os presentes terem implodido falácias
Fico transtornado por todas as situações
Aconteçam ou não


Nesta microrealidade fugaz
Lençois cor de rosa com hipopotamos
Esbanjam simpatia aos demais
Não ha gritos isto é anormal
Não é liquido que esteja estabilizado.



Hugo Norreias

Fátinha

Uma grávida virgem
O filho da mãe que nunca foi fodida
Milagre da concepção
Alucinação provocada pela insolação


Reprodução assexuada
Viagem sem volta purgada de nada


O menino
O senhor
E o pai é o mesmo do que ele
São os dois a mesma pessoa (e ainda falta o espirito santo neste ménage a trois)


Paternalismo iluminado por pedaços de pão minado
Centeio mal fermentado


O gabriel violou a maria
Enquanto o zé assistia
E ainda ha quem faça jejum
Jesus e o pai pague 2 leve 1


Outra vez seremos abençoados por filhos de pais que nunca foderam.


Hugo Norreias